Editora Sulina
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Toda vida daria um livro

23/03/2007

Reportagem na revista 'Vida simples'
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Um exemplo é o taxista de Porto Alegre Mauro Castro, 43 anos, casado e pai de uma filha adolescente. Um passageiro mudou sua trajetória. Ao conduzir com freqüência o diretor de um jornal popular da capital gaúcha, foi convidado a escrever crônicas sobre o que acontecia em seu veículo de prefixo 1296. Já são mais de 200 textos em quatro anos, que resultaram no livro Diário de um Taxista. “Escrever é exercitar. A ficção me salvou de ser mais um entre 4 mil taxistas da cidade. Eu seria mais um, sou menos um”, afirma Castro.

A ficção foi quase como um programa de reabilitação. Na época anterior às crônicas, Mauro se impacientava com o trânsito, com os sucessivos engarrafamentos e com o relógio apertado. Cumprindo o turno das 7h às 17h, enfrentava a sina de morar no carro praticamente o dia inteiro numa capital movimentada. Saía engavetado do assento do carro. “Aprendi a deixar um pouco a direção e a entender a posição dos pedestres e dos demais motoristas. Não sofro mais de ansiedade. O engarrafamento pode ser lúdico. É um tempo maravilhoso para bolar enredos”, diz.
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Link: http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/052/01.shtml